A 7 dias do 2º turno, Flávio lidera numericamente em 11 de 13 pesquisas; PoderData empata em 50% e Vox dá 51% a 49% para Lula.
Primeiro debate do 2º turno é hoje (domingo, 18), às 20h, na Band, com 30 minutos de confronto direto no primeiro bloco.
Lobista investigada pela PF diz à CNN que Lulinha se reuniu com ministros e que quer fazer delação; Lula diz desconhecer os fatos.
Flávio recebe título de Cidadão de Salvador depois de o TJ-BA derrubar a liminar que suspendia a cerimônia.
Última semana: AtlasIntel sai na segunda (19), Real Time Big Data na terça (20), Quaest e Palver na quarta (21), PoderData e Datafolha na quinta (22).
Ibovespa sobe 0,54% e fecha a 205.430 pontos, mas cai 1,74% na semana; dólar fecha a R$ 5,07, alta de 1,75% em cinco dias.
Lula confirma em vídeo que enviará PEC da Tarifa Zero; proposta pode garantir ônibus de graça nos fins de semana em todo o país.
Kassio Nunes Marques avalia estender seu impedimento nos processos do caso Master; ele nega ter trocado mensagens com Vorcaro.
Senado aprova por 78 a 0 o novo teto do MEI (R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028) e perdão de R$ 12,6 bilhões em dívidas.
Alcolumbre retira a PEC da Segurança Pública da pauta do Senado; votação deve voltar após acordo sobre emendas.
Rússia ataca nove regiões da Ucrânia; Zelensky critica acordo do diesel de Trump com Moscou na cúpula da UE.
Richarlison acusa Flávio de ficar com ilha de R$ 10 milhões em Angra e pede investigação da PF; Flávio nega envolvimento e diz ser amigo do advogado.
Ipespe/Abrapel: Flávio tem 48% e Lula 46%; em votos válidos, 51,2% a 48,8%, e a diferença cai de 5,4 para 2,4 pontos.
Na Globo, Flávio promete ajuste de R$ 200 bilhões e não reverterá o fim da 6x1; Lula defendeu mandato para ministros do STF.
Fim da escala 6x1 é promulgado; Flávio diz que não tentará reverter a medida.
Guarda Revolucionária diz que superpetroleiro explodiu em Ormuz ao atingir mina; Irã afirma que a reabertura está nas mãos dos EUA.
Datafolha: Flávio tem 47% e Lula 45% no 2º turno; em votos válidos, 51% a 49%, a diferença caiu de 4 para 2 pontos.
EUA estudam opções para retomar ataques ao Irã; Teerã é acusado de atingir 24 navios perto de Ormuz em duas semanas.
Quaest: Flávio tem 46% e Lula 44% no 2º turno; em votos válidos, 51% a 49%.
BTG/Nexus: Flávio 52% e Lula 48% em votos válidos; rejeição de Lula sobe para 51% e a de Flávio cai para 47%.
Moraes libera visita de Flávio a Jair Bolsonaro, mas proíbe encontros e manifestos de caráter eleitoral.
PoderData/Aya: Flávio 51% e Lula 49% em votos válidos; a diferença caiu de 6 para 2 pontos em cinco dias.
Futura/100% Cidades: Flávio tem 50% e Lula 46,6%; em votos válidos, 51,8% a 48,2%.
Lula anuncia crédito para MEIs e faz ato em São Paulo; Flávio visita Jair Bolsonaro em Brasília.
TSE manda remover conteúdos dos dois lados: vídeos de Flávio com IA e posts de Lula, Janja e aliados.
Irã diz que resposta dos EUA é insuficiente e mantém Ormuz fechado.
DataTrends: Flávio tem 53,1% e Lula 46,9% dos votos válidos no 2º turno.
PP, União Brasil e Republicanos oficializam apoio a Flávio; o Novo já havia aderido.
Em Natal, Lula desafia Flávio a detalhar de onde cortaria centenas de bilhões em gastos.
Flávio vai a culto no Rio com Douglas Ruas e diz que o Brasil vive uma "guerra espiritual".
Atlas/Bloomberg: Flávio tem 51,1% e Lula 45,7% no 2º turno.
Vox Brasil: Lula tem 44,2% e Flávio 42,7% no 2º turno, empate técnico.
China monitora "falas e práticas" de Flávio para decidir como será a relação com o Brasil.
Datafolha: Flávio tem 49% e Lula 45% no 2º turno; em votos válidos, 52% a 48%.
PoderData/Aya: Flávio abre 53% a 47% em votos válidos, vantagem de 6 pontos além da margem de erro.
Zema, Caiado e Cury declaram apoio a Flávio; Renan Santos fica neutro e libera seus eleitores.
Horário eleitoral do 2º turno volta ao rádio e à TV, até 23 de outubro; Globo marca debate para o dia 23.
Irã diz que ainda analisa a resposta dos EUA sobre a reabertura de Ormuz; Trump diz que não atacará antes das eleições de meio de mandato.
TSE encerra o 1º turno: Flávio 47,03% e Lula 45,16%, diferença de 1,87 ponto. O 2º turno é em 25 de outubro.
Flávio fala em fim da era do PT; a campanha de Lula aposta em virada no 2º turno.
Flávio vence em 14 estados e no DF; Lula, em 12, com todo o Nordeste.
Terceira via soma 7,79%, o menor índice desde 2006; Cury, Renan e Caiado não declaram apoio.
Flávio supera Lula nas urnas por 1,87 ponto, acima do que mostravam as pesquisas de véspera.
Exterior: Lula vence em 27 países e soma 53.746 votos contra 40.914 de Flávio.
Datafolha de véspera: Lula tem 45% e Flávio 42% dos votos válidos; no 2º turno, 47% a 46%, empate técnico.
Quaest de véspera: Lula tem 46% e Flávio 45% dos votos válidos.
CNT/MDA: Lula tem 47,8% e Flávio 42,1% dos votos válidos, diferença de 5,7 pontos.
Lula e Flávio fecham a campanha em São Paulo: caminhada na Paulista de um lado, interior com Tarcísio do outro.
Último dia de campanha de rua: caminhadas, carreatas e material gráfico só até as 22h deste sábado.
Dois petroleiros são atingidos por projéteis perto do Estreito de Ormuz, segundo resumo que cita a UKMTO.
Drones russos fecham ponte em Kiev; Zelensky pede sanções para barrar a produção dos novos drones a jato.
Fachin pede reunião com o diretor-geral da PF sobre o envolvimento de ministros no Caso Master.
Datafolha: Lula tem 42% e Flávio 38% no 1º turno; no 2º, 48% a 45%, empate técnico.
Debate da Globo, o último antes do 1º turno, é cancelado depois de decisões judiciais; Lula e Flávio não iriam.
Rubio manda delegação do Irã deixar os EUA após impasse nas negociações; Teerã nega expulsão.
Putin descarta cessar-fogo de ataques de longo alcance com a Ucrânia e fala em usar armas nucleares para defender Kaliningrado.
Professor HOC analisa se a Europa se prepara para uma guerra com a Rússia: guerra híbrida, corredor de Suwałki e o papel da Otan.
A uma semana do 1º turno, Datafolha e Quaest mostram Lula e Flávio em empate técnico.
Em live, Flávio chama Moraes de "advogado de Vorcaro" e diz torcer para que delação do banqueiro seja homologada pela PF.
Alcolumbre sai em defesa de Moraes no Senado e lembra que o próprio Flávio pediu R$ 130 milhões a Vorcaro para um filme.
Documentos do celular de Daniel Vorcaro mostram Moraes editando contrato de R$ 131 milhões do escritório da própria mulher com o banqueiro.
Cada quadrado é um estado, na posição aproximada do mapa. EXT é o voto de brasileiros no exterior, somado. Toque num quadrado para ver o detalhe.
A lista de países acima é parcial. Para ver todos os países, use o portal oficial: resultados.tse.jus.br.
Busca um quarto mandato. Metalúrgico e fundador do PT, aposta em comparação com o bolsonarismo, justiça tributária e fim da escala 6x1.
Defende anistia do 8 de janeiro, revisão da Previdência, retomada da Reforma Trabalhista e redução de tributos sobre o custo de vida.
| Candidato (1º turno) | Posição no 2º turno |
|---|---|
| Romeu Zema (Novo) | Apoia Flávio |
| Ronaldo Caiado (PSD) | Apoia Flávio (evento em Goiânia, 6 out); o PSD liberou os diretórios estaduais |
| Augusto Cury (Avante) | Apoia Flávio (8 out), sem adesão irrestrita |
| Renan Santos (Missão) | Neutro; libera os eleitores |
| Partidos: PP, União Brasil, Republicanos, Novo | Apoiam Flávio (PP e União Brasil por unanimidade, 6–7 out; Republicanos respeita particularidades locais na Paraíba e em Pernambuco) |
Fontes: A Crítica de Campo Grande, Agência Brasil, Correio da Manhã e Folha de Pernambuco. O PSDB não declarou apoio nacional e liberou os filiados. Até agora Lula não anunciou apoio entre os eliminados com mais votos.
| Tema | Lula PT | Flávio PL |
|---|---|---|
| Economia | Mais investimento público | Menos impostos, menos Estado |
| Impostos | Progressividade tributária | Tendência de redução |
| Programas sociais | Ampliação | Manutenção, foco em eficiência |
| Segurança | Integração União-estados | Penas mais duras |
| Privatizações | Cautela, empresas estratégicas | Favorável |
| Relações internacionais | Aproximação BRICS/América do Sul | Aproximação EUA/ocidente |
Células em branco (—) indicam que o candidato ainda não detalhou publicamente uma posição nesse tema. Síntese de posicionamentos públicos, sujeita a mudança. Para o texto completo, use as fontes na aba "Fontes".
| Instituto | Lula | Flávio | Campo |
|---|---|---|---|
| Vox Brasil | 51% | 49% | 15–17 out |
| Gerp | 48% | 52% | 14–16 out |
| Futura | 49% | 51% | 14–15 out |
| PoderData/Aya | 50% | 50% | 13–15 out |
| CNT/MDA | 49,5% | 50,5% | 13–15 out |
| Indexa/Broadcast | 49% | 51% | 13–14 out |
| Ipespe/Abrapel | 49% | 51% | 13–15 out |
| Veritá | 49% | 51% | 12–16 out |
| Datafolha | 49% | 51% | 13–14 out |
| Quaest | 49% | 51% | 10–13 out |
| Palver | 49,5% | 50,5% | 10–13 out |
| BTG/Nexus | 48% | 52% | 10–12 out |
| PoderData/Aya | 49% | 51% | 10–12 out |
| DataTrends | 47% | 53% | 7–9 out |
| AtlasIntel/Bloomberg | 47% | 53% | 3–8 out |
| Datafolha | 48% | 52% | 6–8 out |
| PoderData/Aya | 47% | 53% | 5–7 out |
Datafolha: 2.520 entrevistas, margem de 2 pontos, registro BR-02949/2026. Em votos totais, Flávio 49% e Lula 45%, empate técnico no limite da margem. PoderData/Aya: 3.000 entrevistas, margem de 1,8 ponto, registro BR-08134/2026, com vantagem de 6 pontos para Flávio. Rejeição no Datafolha: Lula 46%, Flávio 43%. O DataTrends (7 a 9 de out) é o levantamento do próprio Poder360 e confirmou o PoderData/Aya. O Datafolha de 15 de outubro (13 a 14 de out, 2.520 entrevistas presenciais, margem de 2 pontos, registro BR-00466/2026) mostra Flávio com 47% e Lula com 45% nos votos totais, e 51% a 49% nos válidos. A diferença caiu de 4 para 2 pontos em uma semana, e a rodada tem 6% de brancos e nulos e 2% de indecisos. O AtlasIntel/Bloomberg (3 a 8 de out, 5.026 entrevistas, margem de 1 ponto) dava 52,8% a 47,2% para Flávio. O Ipespe/Abrapel (13 a 15 de out, 1.500 entrevistas por telefone, margem de 2,6 pontos, registro BR-00223/2026) mostra 51,2% a 48,8% em válidos, diferença de 2,4 pontos contra 5,4 na rodada de 10 de outubro, com rejeição de 47% para cada candidato. O Veritá (12 a 16 de out, 15.554 entrevistas, margem de 1 ponto) mostra 51,1% a 48,9%, em pesquisa feita por iniciativa do próprio instituto. O PoderData/Aya teve duas rodadas depois do 1º turno: 53% a 47% (5 a 7 de out) e 51% a 49% (10 a 12 de out).
| Candidato | Votos válidos |
|---|---|
| Flávio Bolsonaro (PL) | 47,03% |
| Lula (PT) | 45,16% |
| Augusto Cury (Avante) | 2,89% |
| Renan Santos (Missão) | 2,24% |
Fonte: CartaCapital, com dados do TSE (100% das seções, 56.104.503 votos de Flávio e 53.879.538 de Lula). As pesquisas de véspera, abaixo, traziam Lula um pouco à frente; a apuração mostrou o contrário.
| Lula (PT) | 45% |
| Flávio Bolsonaro (PL) | 42% |
| Ronaldo Caiado (PSD) | 4% |
| Renan Santos (Missão) | 3% |
| Augusto Cury (Avante) | 3% |
| Romeu Zema (Novo) | 1% |
4.006 eleitores, margem de erro de 2 pontos, registro BR-01708/2026. Votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos. Os demais candidatos não pontuaram. Na espontânea: Lula 40%, Flávio 33%, indecisos 11%. A Quaest de véspera (3 out), em votos válidos, deu Lula 46% e Flávio 45%.
| Instituto | Lula | Flávio | Data |
|---|---|---|---|
| CNT/MDA | 43,1% | 38% | 30 set–2 out |
| Datafolha | 42% | 38% | 1º out |
| Datafolha | 40% | 36% | 22–23 set |
| Quaest | 37% | 33% | 17–20 set |
A tabela principal usa votos válidos e esta usa votos totais, por isso os números daqui são menores. Não compare as duas direto. Em votos válidos, o CNT/MDA mostra Lula com 47,8% e Flávio com 42,1%.
| Instituto | Lula | Flávio | Data |
|---|---|---|---|
| Ipespe/Abrapel | 46% | 48% | 17 out |
| Datafolha | 45% | 47% | 15 out |
| Quaest | 44% | 46% | 14 out |
| BTG/Nexus | 45% | 48% | 13 out |
| Futura | 47% | 50% | 13 out |
| Atlas/Bloomberg | 46% | 51% | 9 out |
| Vox Brasil | 44% | 43% | 9 out |
| Datafolha | 45% | 49% | 8 out |
| BTG/Nexus | 45% | 46% | 8 set |
| Datafolha | 47% | 46% | 3 out |
| PoderData/Aya | 44% | 45% | 3 set |
Depois do 1º turno, os resultados variam. O Poder360 compilou 13 pesquisas: Flávio está numericamente à frente em 11, o PoderData/Aya (13 a 15 de out) mostra empate em 50% e a Vox Brasil (15 a 17 de out) dá 51% a 49% para Lula. Na maioria, as diferenças ficam dentro da margem de erro. A rodada mais recente do PoderData/Aya (10 a 12 de out, 3.000 entrevistas, margem de 1,8 ponto) reduziu a diferença de 6 para 2 pontos em votos válidos, o que o coloca em empate técnico. A Futura (7 a 10 de out, 2.000 entrevistas, margem de 2,2 pontos) mostra Flávio com 51,8% dos válidos, no limite da margem. O BTG/Nexus (10 a 12 de out, 2.002 entrevistas, margem de 2 pontos) mostra 52% a 48% para Flávio em válidos. A Quaest (10 a 13 de out, 2.154 entrevistas presenciais, margem de 2 pontos, registro BR-08729/2026) mostra 51% a 49% em válidos, empate técnico. Nela, 54% rejeitam Flávio e 53% rejeitam Lula, e 9% dizem que votarão em branco ou nulo. Atlas/Bloomberg e a primeira rodada do PoderData davam vantagem maior a Flávio; a Vox Brasil mostra Lula numericamente à frente, em empate técnico. Os números foram arredondados na tabela. Pesquisa é retrato do momento, não previsão.
| Data | Ibovespa | Dólar |
|---|---|---|
| 2 out (véspera) | 192.114 | estável |
| 5 out | 209 mil+ (recorde) | ≈ R$ 4,95 |
| 8 out | 209.067 | R$ 4,985 |
| 15 out | 204.324 (−1,06%) | ≈ R$ 5,09 |
| 16 out | 205.430 (+0,54%) | R$ 5,073 (−0,28%) |
Na sexta (16), o Ibovespa interrompeu três quedas seguidas, com apoio das ações de petróleo e do IBC-Br, que subiu 0,3% em agosto. O índice segue abaixo do recorde de fechamento, de cerca de 209 mil pontos, e acumula 27,5% de alta em 2026. Segundo o Poder360, a alta de 8 de outubro foi apoiada por entrada de capital estrangeiro e pelo petróleo, com o mercado acompanhando as pesquisas do 2º turno.
| Projeção para o fim de 2026 | Agora | Semana anterior |
|---|---|---|
| Inflação (IPCA) | 5,22% | 5,01% |
| Selic | 13,25% | 13,50% |
| PIB | 1,85% | 1,85% |
| Dólar | R$ 5,14 | — |
A projeção de inflação subiu pela quarta semana seguida e está acima do teto da meta, de 4,5%. Para 2027, o mercado vê IPCA de 4,30% e Selic de 12%. O IPCA de setembro ficou em 4,58% em 12 meses e 3,95% no ano, segundo o IBGE, e a próxima decisão do Copom é em novembro.
Fontes: Metrópoles, Finance News, InfoMoney, BPMoney, Poder360 e DGABC.
Proposta de Emenda à Constituição. Muda o texto da própria Constituição — por isso exige um processo mais difícil de aprovar que uma lei comum: precisa de 3/5 dos votos, em dois turnos, na Câmara e no Senado.
Projeto de Lei. Proposta de lei comum, que só precisa de maioria simples dos presentes para ser aprovada (menos exigente que uma PEC).
Norma que o presidente pode editar sozinho, com força de lei imediata, em casos de relevância e urgência. Perde a validade se o Congresso não votá-la em até 120 dias.
Número mínimo de parlamentares presentes (ou votando a favor) exigido para que uma sessão ou votação seja válida.
Mais da metade de todos os membros de uma Casa legislativa (não só dos presentes na sessão). Na Câmara, por exemplo, são 257 dos 513 deputados.
Mais da metade dos votos entre os parlamentares presentes numa votação, não do total da Casa.
Supremo Tribunal Federal. A mais alta instância da Justiça brasileira, responsável por interpretar a Constituição e julgar casos como ações contra leis, autoridades com foro privilegiado e conflitos entre poderes.
Tribunal Superior Eleitoral. Órgão que organiza e julga tudo relacionado a eleições: registro de candidaturas, contas de campanha, propaganda eleitoral e apuração dos votos.
Um dos três poderes da República — responsável por governar e aplicar as leis no dia a dia. No nível federal, é o presidente e seus ministérios.
Poder responsável por criar, discutir e votar leis. No nível federal, é o Congresso Nacional, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
Poder responsável por interpretar as leis e julgar conflitos, garantindo que a Constituição seja respeitada. Inclui o STF e os demais tribunais do país.
Lei que impede candidaturas de pessoas condenadas por certos crimes ou órgãos colegiados, mesmo sem decisão final da Justiça (o chamado "trânsito em julgado"), por um período de 8 anos após a condenação.
Situação em que uma pessoa está legalmente impedida de se candidatar a um cargo público, por decisão judicial ou eleitoral, mesmo que ainda possa recorrer.
Pagamento feito a uma rede social ou site de busca para que um conteúdo apareça para mais pessoas do que apareceria naturalmente. Durante a campanha, só pode ser contratado por candidatos, partidos ou coligações.